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Autocuidado não é só rotina de skincare: saiba como se autocuidar

Pelo menos nos últimos cinco anos, o autocuidado nunca foi tão popular no Brasil quanto agora. O volume de buscas pelo termo no Google vem aumentando significativamente desde março, quando cidades brasileiras começaram a entrar em quarentena, e atingiu o seu maior nível no mês de maio. No Instagram, a hashtag #autocuidado traz mais de 1 milhão de fotos, boa parte fazendo referência a dietas, malhação, ioga e produtos cosméticos.


Mais recentemente, vem surgindo também a tendência de usar o termo para se referir a coisas prazerosas: ler um bom livro, receber massagem, maratonar séries. Julgando-se pelas imagens, pode parecer coisa de quem tem dinheiro ou, no mínimo, tempo sobrando. De fato, a indústria do autocuidado é bilionária. Segundo relatório publicado em novembro de 2018 pela a empresa de big data e análise preditiva IRI, esse mercado movimenta US$ 450 bilhões só nos Estados Unidos.


Mas isso tudo é mesmo autocuidado?

Na área da saúde, autocuidado é um conceito chave e a enfermeira americana Dorothea Orem (1914 - 2007) é referência no assunto. Nos anos 50, ela formulou a noção de autocuidado como um conjunto de ações de cada indivíduo para a manutenção da sua própria saúde e bem-estar. Essas ações, universais, são bem mais simples (e baratas) do que as fotos no Instagram podem fazer parecer e incluem coisas básicas como a ingestão suficiente de ar, água e alimentos e o equilíbrio entre solidão e interação social e entre a atividade e o descanso.


Vencendo a culpa

Um grande problema causado em grande parte por essas confusões envolvendo o autocuidado é que muitos acabam achando que ele não é importante, ou até sentem culpa ao praticá-lo.


Três ações básicas para o autocuidado

1. Comer de forma saudável

2. Exercitar-se 3. Cuidar da sua rotina de sono

E neste guia prático, mais orientações para autocuidados.


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